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sábado, 19 de setembro de 2015

6 sinais que apontam que seu trabalho está te estressando

Não é raro que ao receber um paciente pela primeira vez este tenha entre suas queixas o trabalho. Observo que essa queixa é muito frequente e que é motivada por diversos fatores que vão desde o relacionamento interpessoal até a falta do sentimento de valorização. 

Muitas vezes o estresse sofrido no trabalho acaba por se estender para outros campos da vida do paciente, o que pode dar-lhe a impressão de que nada em sua vida está dando certo. Portanto é muito importante que estejamos atentos aos sinais que aparecem e que podem ser indicativos de estresse causado pelo trabalho. Vamos a 6 deles:



Caso tenha se identificado com os sintomas acima por estes ocorrem com certa frequência talvez seja a hora de procurar ajuda. O estresse no trabalho pode trazer diversos prejuízos à sua vida profissional e pessoal. 

Além de problemas emocionais como depressão, isolamento social e agressividade, o estresse causado pelo trabalho também pode levar a sérios problemas físicos como problemas respiratórios, baixa imunidade do sistema imunológico, taquicardia, gastrite, dores de cabeças constantes e pressão alta.

Se esses sintomas já estão presentes, é importante que se procure ajuda para que você consiga compreender o que te levou a esse estresse e quais são as estratégias que pode usar para lidar com isso. 

Tratar o estresse causado pelo trabalho pode evitar diversos problemas como: queda da produtividade, isolamento social, autoritarismo e  conflitos entre a equipe e em outras áreas da vida.


Ana Cláudia Vargas da Silva
Psicóloga
Juiz de Fora-MG

domingo, 31 de maio de 2015

Insônia em crianças

Dormir e ter um sono de qualidade não deve ser uma preocupação apenas para os adultos, mas também para as crianças. O sono do bebê irá contribuir na saúde como um todo, sendo que seu ritmo é estabelecido a partir do terceiro mês de vida. 

A insônia do bebê pode ser definida como a dificuldade repetida em iniciar e/ou manter o sono, ocorrendo um grande número de despertares durante a noite, podendo também ocorrer dificuldade em reiniciar o sono. 

A diferença entre o sono normal e o distúrbio no sono da criança está relacionada com uma quantidade de sono que seja suficiente para  garantir o desenvolvimento normal, a saúde física e emocional e uma função imunológica adequada. 

Podemos classificar 3 tipos de insônia, de acordo com seus motivadores, são elas:

1- Insônia Comportamental da Infância: 

A insônia comportamental pode ser divida em dois tipos:

a) Insônia de associação para iniciar o sono: o ato de adormecer esta ligado a um objeto ou a um ritual, que se ausentes retardam ou impedem o início do sono. Por exemplo: mamar antes de dormir ou ser ninado. Ou seja, na falta daquilo que a criança está acostumada a ter ou fazer antes do sono, ela não consegue assimilar que aquela é a hora de dormir. 

b) Insônia por dificuldade de imposição de limites: a criança se recusa a ir dormir e não há quem coloque limites. Sem um horário estabelecido, o ciclo do sono fica desregulado, o que leva a dificuldades para adormecer.

2- Insônia de Ajustamento: 

A insônia se dá devido a algum estresse psíquico, social, físico, médico ou ambiental. Como por exemplo, brigas constantes entre os familiares e desajuste na escola.

3- Insônia por Higiene do Sono Inadequada

A dificuldade para dormir deve-se a hábitos impróprios, tais como: mães que amamentam e consomem muita cafeína, muita estimulação física antes de dormir e falta de horários para dormir. 


A terapia comportamental tem alcançado bons resultados no tratamento da insônia em crianças. O trabalho consiste em restabelecer o ritmo do sono/vigília por meio do treinamento dos pais e dar suporte a estes para compreender as particularidades da criança.

Ana Cláudia Vargas da Silva
Psicóloga
Juiz de Fora-MG

Querer mudar o outro, dá certo?

Não é nada raro que nos relacionamentos existam discussões onde uma das parte exija mudanças da outra. E mesmo que o tempo passe, as brigas...